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Tratamentos

Laser Alta Potência

Consiste na aplicação de energia em profundidade, promovendo e acelerando a regeneração dos tecidos, através da aplicação estática, dinâmica ou combinada.

Tratamento indicado para:

- Tendinopatias;

- Fasceiíte plantar;

- Rupturas musculares;

- Entorses;

- Gonartrose e rizartrose;

- Lombalgias e cervicalgias;

- Artrite reumatóide;

- Sindroma de canal cárpico.


Terapia por Campos Electromagnéticos

A terapia por campos electromagnéticos de baixa frequência (TCMbf) é uma terapia relativamente nova e muito eficaz. Basicamente o seu mecanismo de acção prende-se aos seguintes factores que se desenvolvem na sequência do tratamento de forma directa ou indirecta:

Substâncias diamagnéticas como o oxigénio, iões de hidrogénio, enzimas e radicais livrem que se produzem no organismo, actuando como efeito regulador;
Endorfinas e outros moduladores da dor, actuando como efeito analgésico;
Desencadeamento da permeabilidade da membrana celular com efeito anti-inflamatório e anti-edematoso – bomba de Na;
Estabilização da corrente bio-eléctrica celular, favorecendo as trocas iónicas e assim os processos reparadores dos tecidos, permitindo a aceleração do processo de cicatrização e regeneração da estrutura celular.
 
 

EFEITOS TERAPÊUTICOS

A partir dos resultados obtidos em ensaios clínicos, sabemos que os campos magnéticos pulsantes podem reduzir a sensação de dor quase imediatamente. Isto é, em parte, devido ao aumento parcial da pressão de oxigénio no tecido afectado, pelo aumento da perfusão local e pela velocidade do fluxo sanguíneo capilar, melhorando assim a microcirculação tecidual.

Esta terapia é segura para uso em pacientes com implantes de plástico ou de determinados metais que não originem efeito térmico local. Diversos hospitais usam a TCMbf para acelerar a reabilitação de pacientes com fracturas e estas podem ser tratadas até mesmo através de tala gessada ou ligaduras, porque estes materiais são permeáveis aos campos magnéticos. 

Habitualmente os tratamentos têm uma frequência de uma sessão por dia, com duração de 30 minutos, com um total de 15 a 20 sessões e o efeito terapêutico destes tratamentos inicia-se após 6-8 horas.

Os casos de patologias crónicas e resistentes aos tratamentos habituais necessitam de tratamento bi-diário.

Por vezes após 10 sessões o regime de tratamento pode ser reduzido a dias alternados até ao número total de sessões prescritas.


 

INDICAÇÕES   

A TCMbf tem alta eficiência biológica e é usada no campo médico há largos anos, com êxito, em diversas patologias.

Assim a ampla gama de indicações inclui:

Patologias Ortopédicas: Osteoporose, lesões osteonecróticas e osteoartrose;

Traumatológicas: fracturas, lesões ósseas (não oncológicas), entorses.

Patologias do foro Reumatológico: especialmente aquelas em fase inflamatória activa e com componente dolorosa, como a espondilite anquilosante, artrite reumatóide e outras;

Nota: Existem numerosos estudos acerca da melhoria efectiva na Fibromialgia
Patologias musculo-esqueléticas – as cervicalgias, e as dorso lombalgias mecânicas e as associadas á espondiloartrose;

Lesões desportivas -entorses, distensões ligamentares e mio-tendinosas e rupturas musculares

Patologia Neurológica - lesões neurológicas periféricas, tais como os síndromes canalares, paralisia facial periférica, radiculalgias, neuropatias herpéticas.

 

Nota: há diversos estudos sobre o benefício desta tecnologia na melhoria sintomática em doentes com esclerose múltipla (em placas) Parkinson e na ELA (esclerose lateral amiotrófica)
Feridas abertas e problemas circulatórios – escaras, úlceras varicosas, edemas (não renais e não cardíacos); doença vasculare arterial obstrutiva periférica;

Patologia Psiquiátrica – diversos estudos documentam melhoria sintomática em diversos quadros clínicos de depressão

 

CONTRA-INDICAÇÕES

As contra-indicações para terapia electromagnética são básicamente as seguintes: casos de neoplasia, tuberculose e pacientes portadores de pacemakers ou de desfibrilhadores e mulheres com DIU metálicos.

Células Estaminais

O que são Células Estaminais (ou células tronco):

São células que ainda não passaram pelo processo de diferenciação celular,  sendo possível adquirirem as funções de qualquer tipo de célula somática de um organismo.  Possuem a capacidade de se dividir, dando origem a duas células semelhantes às originais, e podem se diferenciar e especializar em diversos tipos celulares. Estas células são um conjunto embrionário de células que se mantém mesmo em organismos adultos.



Tipos de Células Estaminais:

Totipotentes: são àquelas capazes de originar um organismo completo, já que possuem a capacidade de gerar todos os tipos de células e tecidos do corpo, incluindo os tecidos embrionários e os extra-embrionários (como a placenta, por exemplo). As células estaminais totipotentes podem ser exemplificadas pelo óvulo fecundado (zigoto) e pelas primeiras células provenientes do zigoto. 

Unipotentes: Dado que são os tipos mais diferenciado, as células-estaminais unipotentes são capazes de se diferenciar ao longo de apenas uma linhagem e são encontradas em tecidos adultos. 

Pluripotentes: Apesar de não poderem originar um indivíduo completo, porque não são capazes de gerar tecidos extra-embrionários, as células estaminais pluripotentes possuem a capacidade de gerar células dos três folhetos embrionários (ectoderma, mesoderma e endoderma).  São as de origem embrionária, visto que são as únicas que se podem diferenciar em diversos tipos de tecidos.

Multipotentes: Possuem a capacidade de gerar um número limitado de células especializadas, as quais podem ser encontradas em quase todo o corpo e são capazes de originar células dos tecidos de que são provenientes. Exemplos de células estaminais multipotentes são as células da medula óssea, as células neurais do cérebro, as células do sangue presente no cordão umbilical e as células mesenquimatosas. As células estaminais de origem mesenquimatosa são encontradas depois do nascimento no estroma da medula óssea, compreendendo uma população que inclui células reticulares, células adiposas, células osteogénicas, células musculares lisas, células endoteliais e macrófagos (6). A pele, o tecido adiposo e o periósseo são também uma fonte de células estaminais mesenquimatosas. Estas têm capacidade de se diferenciarem em cartilagem, osso, músculo tendão e ligamento




A utilização em Ortopedia 

Actualmente as células estaminais com mais interesse no tratamento clínico de patologias do foro ortopédico e traumatológico são as de origem mesenquimatosa. Estas são caracterizadas pela presença de determinados marcadores na superfície celular e pela sua capacidade de se diferenciarem em osso, cartilagem, músculo e gordura




Obtenção e identificação 

As células estaminais podem ser colhidas de várias formas: punção da crista ilíaca ou da tíbia pela tuberosidade anterior da tíbia (células da medula óssea) ou através da extracção de tecido adiposo.



Células estaminais e cartilagem 

A cartilagem articular é uma estrutura vulnerável com pouca capacidade regenerativa e sujeita a lesões de vária ordem, as quais podem levar a inflamações crónicas das articulações . Diversas técnicas têm sido desenvolvidas para tratamento de lesões cartilagíneas, nomeadamente a técnica de microfractura, needling e shaving. No entanto, a fribrocartilagem resultante não possui as propriedades mecânicas da cartilagem articular original.

 A utilização dessas técnicas forneceu bons resultados a curto-médio prazo assim como outras  como a implantação autóloga de condrócitos através de técnica cirúrgica para podem ser transplantados e corrigir defeitos da cartilagem articular.

No entanto a utilização de células estaminais mesenquimatosas provenientes da medula óssea e do periósseo demonstraram resultados idênticos na regeneração da cartilagem. No que diz respeito à osteoartrose, o tratamento com células estaminais mesenquimatosas revelaram-se promissoras para tratamento de lesões articulares sendo que a infiltração intra-articular deste tipo celular estimula a regeneração de cartilagem meniscal e atrasa a progressiva destruição articular observada na osteoartrose. Estas células são, portanto, uma promessa no tratamento desta patologia.



Células estaminais, tendão e ligamento 

As lesões tendinosas e ligamentares resultam numa cicatrização com formação de um tecido de qualidade inferior em termos de resistência à tracção.

As células estaminais mesenquimatosas são alvo de diversos estudos levados a cabo para tratar lesões tendinosas e ligamentares tendo sido verificado  que os resultados demonstraram maior rapidez de cicatrização  com formação de tecido mais semelhante ao original em termos de resistência à tracção.



Conclusão 

As células estaminais com origem mesenquimatosa revelam-se uma grande promessa no tratamento de várias doenças dos diversos tipos de tecidos que constituem o aparelho locomotor (osso, cartilagem, discos intervertebrais, tendões, ligamentos e músculos), para tratar diversas patologias em Ortopedia com uma maior eficácia comparativamente aos métodos da actualidade.



Radiofrequência - Indiba

A aplicação da Radiofrequência em fisioterapia faz-se através do sistema INDIBA®  – tecnologia não cirúrgica.

Esta tecnologia está baseada na aplicação de corrente térmica e não térmica aos tecidos, por meio de uma série de eléctrodos capacitivos e resistivos com radiofrequências a 448 kHz. É esta a base para as modificações celulares que reduzindo a dor e acelerando os processo regenerativos combinados com as diferentes técnicas cinesiologicas conduzem a excelentes resultados sobre o tecido, possibilitando uma recuperação mais rápida.

A sua utilização tem revelado resultados particularmente positivos em patologias subagudas, agudas e crónicas nas áreas da Medicina Desportiva, Fisiatria,Ortopedia e Reumatologia.


Tratamento indicado para: 

- Patologias musculares (rupturas);
- Lesões tendinosas;
- Patologias ligamentares;
- Lesões por entorse ou fractura.

Toxina Botulinica

Produzida por uma bactéria - Clostridium Botulinum - utilizada em injecção na reabilitação de síndromas caracterizadas por hipertonia muscular, gerando dor e condicionando factores de risco para complicações como retracções musculares, torcicolos, anquiloses articulares e úlceras de pressão.

Seu uso está bem estabelecido na hipertonia / espasticidade quando esta interfere na funcionalidade do indivíduo (marcha, postura, flexibilidade, coordenação e equilibrio).